quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Damn it!
Já trouxe alguma roupa para a casa nova, meti no saco calças, tops, calças e tops. Um casaco ou outro, mas nada de muito quente. Conclusão: tenho passado um frio do caraças. E quando bati com olhos neste moço aqui em cima deu-me vontade de ir assaltar um banco. Será que se explicar a minha atual situação financeira ao pessoal da Zara eles me deixam trazer e pagar depois? Era só por uma questão de me "matarem" o frio, só isso!
ღ
Pensando bem, e já que vou lá, aproveito e trago mais umas coisitas. Tudo em prol da palavra "economizar", poupa-se gasolina. (e quem deixa trazer uma peça, deixa trazer, duas, três, quatro...)
E já agora... Fazia um desvio e passava na Blanco!
E no final de tudo, ia beber um copo.
Mas como não tenho "vestimenta" condigna, não vou! :
Bom diaaa :)
Quando fazemos aquilo que gostamos até podíamos acordar às 6 da manhã que o sorriso manter-se-ia.
Acordei assim, bem disposta. Talvez porque, finalmente, faço aquilo que gosto.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Boa noite
No meu novo quarto há estrelas daquelas que brilham no escuro... Pessoalmente nunca gostei desta tão apreciada prática mas estranhamente hoje, achei-lhes piada!
domingo, 23 de setembro de 2012
Autum, please be good to me!
A última vez que por aqui passei apelava ao coração de Setembro e à boa vontade do mesmo em ser bom para mim... Para já tem sido, novos projetos avançaram, vou finalmente sair desta cidade - que me sufoca e me deprime. Tem sido, sobretudo, um mês de mil e um pensamentos e da vontade de mudança. E se eu preciso de mudanças... Estou com receio, mas acho que vou ter de as enfrentar, sem medos e com a convicção de que é o melhor.
Quando souber como explicar, eu volto. Acredito que volte mais cedo do que o normal. Preciso de falar, mas sem ser ouvida... talvez esta seja uma boa forma.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
Ouve (te)!
E a vida, essa grande maluca, vai dando o ar da sua graça - e que raio de graça. Enfim, sempre gostei de me queixar ( a mim mesma, claro está), não por uma questão de "fogo, já não te posso ouvir com essas desgraçadas pegadinhas umas às outras". Não é isso, é apenas a minha forma de encarar as coisas, quando se está mal e se ganha a consciência disso é muito mais fácil dar a volta. E isso sim é o importante da questão. Se se pensava que ia dissertar sobre a amargura e a dureza da vida, pode parar de ler.
Aquilo que gosto são as vitórias, o saltar por cima e compor o que anda de errado por cá. No fundo gosto do processo do início ao fim - e se há partes que me derrubam, ui....
Têm-me sido dados grandes presentes "envenenados". Embrulhado é sempre mais bonito, sempre achei que o embrulho é mais de 50% da prenda, o resto fica para o carinho com que se dá. Quando nos bate na frente dos olhos, parece interessante e bom de agarrar, mas depois... já se sabe como é depois. Não é fácil e custa muito. E, voltando ao cerne da questão, encaro tudo com a calma necessária e possível. Trato de arregaçar as mangas, porque isso é o que nos resta. É fazer, querer e conseguir, custe ou doe. O que importa é o que se consegue no fim, o sorriso e a felicidade. O brilho nos olhos, as borboletas na barriga. A força, a energia positiva que nos são dadas depois. São os dias mais bem passados e as horas a voarem. É acordar a sorrir e deitar, ainda a sorrir.
Enfim... vou continuar a lutar, eu sei que vou conseguir e, depois, vai ser tão bommm.
(Mas, Sra. Parte chata, por favor, vá-se embora rápido sim? Não abuse!)
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Sunshine
Adoro o calor, o sol, o cheiro a mar e a bronzeador. É que adoro mesmo. Mas sobretudo adoro a provocação que o verão traz. E por provocação entenda-se a boa disposição, a alegria, o ânimo efusivo que esta época do ano (nos) proporciona.
Venha quem vier, não pode negar que esta estação é carregadinha de hormonas. Boas ou más são hormonas e cada um usa-as da maneira que entender. Há quem faça delas chamariz de conquista, outros (as) fazem delas simples metáforas de euforia (só!).
Gosto de observar as pessoas e nesta altura do ano é muito produtivo para isso mesmo, vê-se sorrisos e ambientes que qualquer outra estação do ano nos impede.
Praia... Que venha a praia!
quinta-feira, 12 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
“Se por um instante Deus se esquecesse que sou uma marioneta de trapo e me oferecesse mais um pouco de vida, não diria tudo o que penso, mas pensaria tudo o que digo.
Daria valor às coisas não pelo que valem, mas pelo que significam.
Dormiria pouco, sonharia mais.
Entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos 60 segundos de luz.
Andaria quando os outros páram, acordaria quando os outros dormem.
Ouviria quando os outros falam e como desfrutaria de um bom gelado de chocolate…
Se Deus me oferecesse um pouco de vida, vestir-me-ia de forma simples, deixando a descoberto não apenas o meu corpo, mas também a minha alma.
Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria meu ódio sobre gelo e esperava que nascesse o sol.
Pintaria com um sonho de Van Gogh as estrelas de um poema de Benedetti, e uma canção de Serrat seria a serenata que oferecia à Lua.
Regaria as rosas com minhas lágrimas para sentir a dor dos seus espinhos e o beijo encarnado das suas pétalas…
Meu Deus, se eu tivesse um pouco mais de vida, não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas de quem gosto que gosto delas.
Convenceria cada mulher ou homem que é o meu favorito e viveria apaixonado pelo Amor.
Aos Homens, provar-lhes-ia como estão equivocados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar.
A uma criança dar-lhe-ia asas, mas teria de aprender a voar sozinha.
Aos velhos, ensinar-lhes-ia que a morte não chega com a velhice, mas sim com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi com vocês Homens…
Aprendi que todo o mundo quer viver em cima de uma montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta.
Aprendi que quando um recém-nascido aperta com sua pequena mão, pela 1ª vez, o dedo de seu pai, o tem agarrado para sempre.
Aprendi que um Homem só tem direito a olhar outro de cima para baixo quando vai ajudá-lo a levantar-se.
São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas não me hão-de servir realmente de muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer…”
(Este é o texto que circula na internet desde 1999 como sendo de Gabriel Garcia Marquez. Quem conhece a obra deste senhor facilmente se apercebe de que não "condiz" com a escrita a que nos habituou. Mas, independentemente disso, não deixa de ser um bom texto.)
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Run away
Se soubesses o quanto me custa pensar isto, o quanto me custa entender-nos. Entender-te.
A teoria do problema dividido pelos dois, porque uma conta nunca se faz apenas com uma parcela, é muito bonita, muito justa e atual. Mas agora, entre nós, a parcela virou uma e cada uma por si. E têm-se multiplicado os medos, dividido as forças, somado as dúvidas e subtraído o bom.
Pelas minha contas amanhã estarei contigo, depois de amanhã também, e depois e depois e depois. Porque eu quero mesmo ficar contigo. Mas às vezes entristeces-me. Deixas-me dúvidas e enfraqueces-me a alma.
Não venhas dizer que o meu amor se foi, porque não é verdade.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





